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30/09/2016

Maranhão      receberá       investimento    da china de 9,7 Bilhões para ciderúrgica

O Maranhão deve receber um projeto siderúrgico de grande porte a ser instalado no município de Bacabeira, investimento de R$ 9,75 bilhões do grupo chinês CBzSteel, e ainda o aporte de R$ 1,5 bilhão da China Communications Construction Company (CCCC) para a construção de um terminal multicargas em São Luís.
Os empreendimentos em benefício do Maranhão foram anunciados e formalizados na sexta-feira, (02), por investidores chineses ao atual presidente da República Michel Temer e comitiva, durante encontro em Xangai, que reuniu cerca de 100 empresários brasileiros e 250 chineses.
Além disso, a Hunan Dakang disse que investirá R$ 3,25 bilhões em agricultura no Brasil e a Embraer fechou a venda de pelo menos quatro aviões para dois grupos chineses. Ao todo, a China investirá cerca de R$ 15 bilhões no país.
O projeto siderúrgico da CBSteel em Bacabeira (MA) tem a expectativa de que numa primeira fase tenha capacidade para produzir 3 milhões de toneladas de aço, com geração de até 5 mil empregos na etapa de obras. Há a possibilidade de que o empreendimento seja instalado no terreno que foi destinado à Refinaria Premium I, que não foi construída pela Petrobras.
Outro acordo firmado com o governo brasileiro em Xangai, que beneficiará o Maranhão, envolve a China Communication and Construction Company Internacional (CCCC) e o grupo WPR, visando a construção de um terminal multicargas de uso privado em São Luís.
A CCCC, conglomerado chinês de infraestrutura e equipamentos pesados, vai desembolsar R$ 1,5 bilhão para ter uma fatia de participação no Terminal de Uso Privado de São Luís. O empreendimento terá aproximadamente 2 milhões de metros quadrados de área construída e capacidade para descarregar até 90 mil toneladas.
A infraestrutura oferecerá condições de movimentar até 6 milhões de toneladas de grãos, 1,5 milhão de toneladas de celulose, 2,2 milhões de toneladas de fertilizantes, além de 2,4 milhões de metros cúbicos de litros de combustível. O empreendimento deve entrar em operação até 2019.